Category → empresas
“Cash flow” muito mais chique que fluxo de caixa!!
O básico toda a gente sabe…as entradas deverão ser primeiro que as saídas – sendo que, é realmente o mais importante!
O difícil é organizar isso quando temos clientes que “também estão organizando o seu fluxo de caixa”, fornecedores rígidos no recebimento e os bancos “fazendo macumba” para que todos deslizem aqui ou ali para que ganhem seus juros do “dia a dia”.
A grande sacada é ter uma quantidade de dinheiro tal que te permita aguardar o recebimento dos clientes, pagar os fornecedores no tempo acordado e que seu custo no tempo seja o menor possível – o capital de giro.
Podemos até admitir que deste jeito podemos melhorar ainda mais o lucro pois a maioria dos concorrentes vive sem dinheiro e por isso é obrigado a subir os preços de seus produtos, já que seus custos financeiros são maiores.
Bom mesmo será ter capacidade para parcelar para o clientes (cobrando juros) e “arroxar” o fornecedor (sedento pelo recebimento) no melhor preço e melhor condição de pagamento possível.
Enquanto algo tão “ideal”, como o exposto acima, não acontece vamos estabelecer estratégias.
O que temos que conseguir do cliente:
Que o pagamento chegue primeiro que o pagamento ao fornecedor.
O que deveremos conseguir do fornecedor:
Parcelamento com juros mínimos.
Bom desconto para parcelamento antecipado.
Elasticidade para uma possível renegociação do pagamento.
Banco…
Facilidades na obtenção de crédito, com menor custo.
Facilidade em obter crédito “atrelado às vendas” – nas exceções, que serão abordadas posteriormente.
obrigado juju
Estratégias diferentes, resultados iguais.
Após algum tempo a viver situações que significam a necessidade de resolver problemas críticos com origem nas empresas fornecedoras, dividi a estratégia em dois grupos:
A empresa pequena e a empresa grande.
A empresa pequena tem uma característica, geralmente quem decide, ou e dono ou e muito próximo do dono o que significa que ameaçar com processo pode resultar (!!), o processo pode prejudicar o andamento da empresa, significa em primeiro lugar perda de tempo dos sócios, gasto de dinheiro com advogados e também o possível descrédito no mercado.
A empresa grande já é diferente a reação ao problema tem que ser a demonstração por A e B da incompetência de alguém. Esse alguém será a chave dentro da outra empresa. O despedimento por justa causa ou acumulação de queixas que pode significar (também) despedimento e é o que mais tem peso (o receio maior do empregado comum).
O processo, directamente à empresa, deixa de ter tanto peso pois a existencia de departamentos especificos para esse meio faz que com o mero funcionário se sinta respaldado e por isso o resultado poderá não ser a obtenção do objectivo mas sim a perda de tempo com o departamento jurídico da mesma.
Para ambos os casos a documentação é fundamental.